Entrevista com Guilherme Arantes

Por Sérgio Vilar

Culpa das redes sociais?

Esse panorama das redes sociais é chatíssimo. As postagens, em breve, serão automáticas, via software. Quer dizer: o cara está pescando e o computador posta algo dele na net. Ou seja: é uma realidade e ao mesmo tempo uma armadilha. É uma cibernética enlouquecida sem expressão humana. Hoje já se tem até mecanismos de modificação de vozes para gravação. Incutem até sentimentos, índices de raivosidade na voz, coisas do tipo. Então, qual verdade nisso tudo?

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Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Lívio Oliveira 12 de junho de 2011 10:54

    Antológica essa entrevista! O cara disse coisas essenciais, que fazem pensar, tirando esse aspecto mencionado por Tácito, que foi mesmo uma escorregada.

    Parabéns, Serginho, por essa que foi uma de suas melhores entrevistas!

    Por falar em Guilherme Arantes, considero que um dos melhores discos brasileiros é aquele em que, na capa, está caminhando numa rua deserta e suja, onde há também um piano. Costumava ouvir o LP de minha irmã, anos 70/80…

  2. Tácito Costa 12 de junho de 2011 9:33

    A entrevista tem algumas colocações interessantes (sobre a internet e o mercado da música) e uma aberração: “o mundo tem gente demais, tem de morrer uma galera”. Quem é essa galera que tem de morrer?
    Acredito que se o cantor refletir refaz esse trecho da entrevista.

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