Entrevista com Hugh Hefner

O documentário “Hugh Hefner: Playboy, Activist and Rebel” estreia nos cinemas nesta sexta-feira, mostrando ao público um outro lado de Hefner, que concedeu uma entrevista à Reuters na mansão Playboy para falar do filme, o conservadorismo político de hoje e como ele gostaria de ser lembrado.

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Comentários

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  1. Antonio Terrazzo 31 de julho de 2010 1:18

    Acho relativo esta estória de que o dono da revista play boy tenha sido positivo na liberação sexual. Entendendo mesmo, é que ele é uma grande incentivador da prostituição e do culto que faz com que as mulheres se vendam e ao se venderem se iludam que são poderosas. Ele não é nada mais nada menos que uma das cabeças da hydra, do capitalismo americano, e por isso, antes de ajudar quem quer que seja, ele sempre prejudicou ao disseminar cultura de segunda categoria. Uma coisa é a não repressão da sexualidade e com certeza a pílula foi de grande importãncia para liberação sexual, outra coisa é se fomentar a prostituição. Lembro-me que uma vez no cabaré de Maria boa tinha uma menina negra escondida num certo canto do bordel, e o garçon me levou até lá para que eu pudesse vê-la: Era uma negra belissíma vestida com um colante que demonstrava seu corpo todo escultural, realmente ela era de uma beleza estonteante. Agora eu pergunto a todos voces, por que ela estava tão escondida ?, hoje eu sei responder, com certeza era uma menina menor de idade, possivelmente aínda virgem, e com certeza estava esperando algum burguês para deflorala. Quantas vezes ao longo de tantos anos a mansão da play boy não serviu para estes fins ?

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