Entrevista com Jorge Silva Melo

Jornal de Letras: “Nunca chames feliz a um homem enquanto não tiver atingido o fim da sua vida”, diz-se em Rei Édipo. Concorda?

Jorge Silva Melo: Sim, embora seja estranho considerar feliz aquele que morreu. Pois choramos nas horas da morte. Mas Mozart sabia-o, por isso o seu Requiem. Ou o Exultate Jubilate, cantata talvez menor que a arte sublime de Teresa Stich-Randall sempre me traz, essa ideia de podermos chamar feliz a morte. Mas podemos chamar feliz a alguém? Ou infeliz?

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