Entrevista com o escritor Luiz Ruffato

MARCIA BARBIERI – Harold Bloom em O Cânone Ocidental afirmou: “O texto está aí não para dar prazer, mas o elevado desprazer ou prazer mais difícil que um texto menor não dará.” Isso me parece que traduz um pouco da sua literatura. Você concorda?

LUIZ RUFFATO – Sim. Creio que só quando se estabelece um diálogo inteligente entre o leitor e o texto é que a literatura faz sentido. Um texto raso não provocará no leitor o prazer da descoberta. Um texto tem que proporcionar uma ultrapassagem do tempo e do espaço do leitor.

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