Entrevista com Orhan Pamuk

Folha – Hoje é quase um clichê destacar a divisão da cidade entre Oriente e Ocidente, não importa o aspecto que levemos em conta –história, cultura, religião etc. O que significa ser um morador de Istambul hoje, sob o peso dessa tradição?

Orhan Pamuk – Não olho para a cidade desse modo. Vou deixar clara minha posição: escrevo sobre Istambul não porque tenha um programa a apresentar sobre ela, mas porque vivi aqui toda a minha vida! Moro neste apartamento há 18 anos. Na verdade, minha motivação é escrever histórias sobre seres humanos, como todo escritor.

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