Entrevista com Pedro Luís

pedro luisVocê compõe para muita gente. Entre a Adriana Calcanhotto e O Rappa, por exemplo, existe uma diferença brutal. Você se encaixa à pegada deles ou eles à sua?

É um estudo de caso, fazer uma coisa que vista aquela onda, aquela voz. Se tiver encomenda pra Elba Ramalho ou pra uma banda de punk rock vou acelerar do mesmo jeito. Sou múltiplo e diverso no meu jeito de compor. Isso sempre foi um problema quando me pedem para classificar o tipo de música que faço. Não quero me prender. Essa onda classificatória de botar você numa prateleira é uma sacanagem. O D2 não é tão MPB quanto o Tom Jobim? É. Porque é musica popular brasileira, um brasileiro fazendo música. Mano Brown é menos MPB que o Lenine? Não é.

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