Entrevista com Tom Zé

Por Michelle Ferret

Com a voz tranquila num início de tarde, Tom Zé chega ao telefone depois de cuidar dos jardins do seu prédio em São Paulo, que também podem ser seus jardins interiores… “não posso largar os jardins para as cobras”, avisa. Ansioso pelo show de hoje que fará em Natal na última noite da SBPC, ele pergunta sobre o clima da cidade e ao ouvir que tem feito frio pelas bandas de cá responde, “é (silêncio)… o mundo está de cabeça para baixo”.

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