Entrevista/Luiz Fux

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, 57, não aceita ser responsabilizado pelo voto decisivo que anulou a aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2010.

aqui

Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Alex de Souza 29 de março de 2011 10:41

    ministro fucks meio mundo.

  2. Laélio Ferreira 28 de março de 2011 11:42

    Lembrei: a culpa deve ter sido do malbec estragado…

  3. Laélio Ferreira 28 de março de 2011 11:38

    Até tu, Livius?!
    E logo na sua jurídica praia?
    Homessa! Um indiscutível e peremptório “abismo hermenêutico”!

  4. Lívio Oliveira 28 de março de 2011 9:08

    “limite” e não “limite! (errinho de digitação).

  5. Lívio Oliveira 28 de março de 2011 9:06

    A situação que viveu o Ministro Fux foi uma situação-limite, ainda mais porque teve que preencher uma lacuna insustentável de um Supremo até então incompleto. Irresponsavelmente incompleto, a meu ver. Uma falha do Presidente Lula, a meu ver.

    E mais “limite! ainda era a situação porque em jogo estava uma dicotomia entre princípios constitucionais e no meio o artigo 16 da Carta Magna, que tem uma redação tremendamente fácil de compreender:

    “Art. 16. A LEI QUE ALTERAR O PROCESSO ELEITORAL ENTRARÁ EM VIGOR NA DATA DE SUA PUBLICAÇÃO, NÃO SE APLICANDO À ELEIÇÃO QUE OCORRA ATÉ UM ANO DA DATA DE SUA VIGÊNCIA.”

    Um verdadeiro abismo hermenêutico.

    De fato, ele não é culpado de nada. Cumpriu o seu papel, mesmo que não gostemos do resultado. Só que o resultado ficou atrelado aos antecedentes falhos na elaboração da lei. E ao vácuo absurdo e prolongado no preenchimento da vaga do STF.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo