Escribas Editora promove lançamento triplo neste sábado (03)

Neste sábado (03), a Escribas Editora vai lançar três livros de prosa, marcando o encerramento de um semestre com novidades trazidas a público em eventos segundo as necessidades de segurança de uma realidade pandêmica.

As três autoras (Luciana Medeiros, Beatriz Madruga e Caroline Macêdo) e o autor (Fausto Neto) receberão amigos e leitores das 16h às 20h, no Colégio CEI (Portão 4: entrada pela Prudente de Morais). O formato já foi utilizado em lançamentos anteriores com sucesso e se mostrou seguro, uma vez que os convidados não descem do carro nem têm contato próximo com outras pessoas.

Cada título poderá ser adquirido por R$40. Mas caso o leitor queira dois livros distintos, pagará R$70. E se quiser comprar os três, pagará R$100.

Luciana, com seu romance “Mulher em 3 tempos”, e Bia Madruga, cujos contos de “Enquanto nada acabar” ganharam a coautoria de Caroline Macêdo com suas fotos inspiradoras, estarão ao lado do contista estreante Fausto Neto.

O lançamento fecha uma parceria da Escribas com o Colégio CEI, que cedeu sua estrutura para o lançamento no sistema drive-thru.

“Mulher em 3 tempos”, de Luciana Medeiros

“Mulheres em três tempos” é um livro com três protagonistas fortes, em continentes diferentes, – a história vai de Istambul, Pont Aven, até Natal, em épocas distintas, séculos XVI, XIX, chegando na atualidade. Mulheres que sonham, embora em circunstâncias adversas.

Mostra a luta de mulheres que lutam por decidir o próprio destino, contrariando regras impostas, correndo o risco de sofrer punições violentas. Afinal, “se argumentos não funcionassem, sempre tinha aquele cinto vermelho, pendurado atrás da porta, e esperando para ser usado,…”.

Luciana Medeiros em seus livros aborda o universo das mulheres com reflexões acerca das repressões e aspirações femininas. Assim o fez em “As mulheres em Olívia”, seu primeiro romance, e também em “Homens não são tão fortes, mulheres não são tão santas”.

“Enquanto nada acabar”, de Bia Madruga e Caroline Macêdo

Os textos de “Enquanto nada acabar” foram escritos ao longo dos últimos anos. A natalense Beatriz Madruga é doutora em Letras, autora de contos que falam de dor, paixões, medo, amor, solidão, encontros e conexões. Ela já Publicou “Aos pedaços, com tudo” (2015) e “Em fim, nós” (2016), ambos pela Jovens Escribas, além de “Os monstros não estão aqui” (2018) e “João sem não” (2019) pela M3.

As fotografias de Caroline Macedo, por sua vez, são partes importantes desta narrativa construída a quatro mãos e dois olhares. O trabalho de Caroline a credencia como uma das mais proeminentes fotógrafas de sua geração. Também potiguar, designer e fotógrafa, ela tem interesse pela cidade de Natal e em como as pessoas se relacionam com os lugares, cores, formas, luzes e o cotidiano.

“Folhetins do ocaso”, contos de Fausto Araújo Neto

A obra “Folhetins do ocaso”, do escritor e advogado Fausto de Araújo Neto, é uma coleção de contos de diferentes localidades e contextos, tendo como ponto de intersecção a natureza humana, com seus vícios e virtudes. São histórias que retratam o cotidiano, ficções que são como vida, mas apresentadas para refletir e emocionar.

A palavra “folhetins” remete aos antigos folhetins, de jornais, além de nos fazer recordar a letra de Chico Buarque, “Folhetim” (“Pois já não vales nada/ És página virada/ Descartada do meu folhetim”). “Ocaso”, antes de significar “pôr do sol” ou um prenúncio de fim do dia, é um jogo de palavras, de acaso, o caso.

O “Ocaso” também remete ao fim de uma etapa, a culminância de um trabalho: a hora de ouro, a publicação de um livro que vem sendo escrito e reescrito há anos. Não é o fim de tudo, porque é um ciclo, e o sol nascerá amanhã. De novo.

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