Eu só quero saber se é bom ou ruim!

TC

Quando leio um comentário/crítica/resenha, seja lá que denominação tenha, sobre um filme, um livro, uma peça, uma exposição, um show… eu espero que o autor diga-me se o mesmo é bom ou ruim, se ele recomenda etc.  No entanto, muitas vezes o cara escreve duas, três, até cinco laudas e você não sabe se ele gostou e se recomenda ou não a obra. Algumas vezes escreve de modo a nos deixar confuso, não sabemos se ele elogiou, malhou, ficou neutro ou achou “mais ou menos”.

Se for um filme, a impressão que fica é que o cara quer mostrar que conhece a obra analisada, tudo que o diretor e os atores já fizeram, a história do cinema, da arte…

Quando o que eu espero é bem mais simples, apenas que o texto diga se o filme vale a pena. Só isso. Eu prefiro que o camarada escreva um parágrafo, mas que responda a essa questão central.

Entrei no Google há pouco para saber mais informações sobre o filme “Esses Amores”, de Claude Lelouch, em cartaz no Cinemark Natal, e fui parar numa resenha que se aplica ao que me referi acima, onde lá pras tantas pode-se ler o seguinte: “Há um inegável empenho técnico, visual e sonoro. Mas falta um pouco de pausa para respirar, de sutileza. Há momentos em que os turbilhões histórico-musicais de “Esses Amores” deixam seus espectadores atordoados”. O texto todo pode ser resumido nesse trecho aspeado do parágrafo, que, pelo menos pra mim, deixa sérias dúvidas quanto à qualidade do filme.

Por isso, quando comento algum filme digo logo se gostei ou não. Sim, sei que muitos querem muito mais do que esse “gostei” e “não gostei”. Respeito, mas não é o meu caso.

Comments

There is 1 comment for this article
  1. Alex de Souza
    Alex de Souza 12 de Março de 2012 18:26

    Hoje em dia, não pergunto mais nem se o filme presta – o que já é exigir demais. Basta saber se vale o trabalho de sair de casa.

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