Eulício Farias de lacerda

Por Eldio Pinto da Silva

Ocorreu que, em março de 1952, Eulício Farias decidiu ir para Natal trabalhar na Base Aérea de Parnamirim e fixou, definitivamente, residência no Rio Grande do Norte. Por volta do ano de 1955, pediu exoneração do cargo na Base Aérea e recomeçou a carreira de professor, e sem habilitação profissional ensinava apenas particular.

Ao passar no Exame de Suficiência para o magistério, dedicou-se exclusivamente ao ensino secundário, lecionando Língua Portuguesa no Atheneu Norte-rio-grandense, no Colégio Nossa Senhora das Neves e no Colégio Sete de Setembro. Aprovado no Vestibular, cursou Licenciatura em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, atual Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA – UFRN) e concluiu o ensino superior em 1962. Mais tarde, Hélio Galvão, então diretor da faculdade, convidou-o para assumir o cargo de professor do Curso de Letras (Departamento de Letras – UFRN). Ao aceitar o convite, Eulício Farias passou a ministrar aulas de Teoria da Literatura. Em 1970, tornou-se bolsista da Fundação Calouste Gulbenkian e viajou para Portugal com o objetivo de fazer um estágio na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde teve como orientador, em teoria literária, o professor, ensaísta, crítico e pesquisador Jacinto do Prado Coelho. Eulício Farias era casado com Maria Auxiliadora Macedo de Lacerda, com quem teve três filhos.

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