Eulício Farias de Lacerda

Por Eldio Pinto da Silva

A obra de Eulício Farias se completa com Os Deserdados da Chuva, uma seleção de contos publicados em 1981, as novelas O Dia em que a Coluna passou (1982) e O Galope do Cavalo na Noite (1988) e o romance Saci Pau-Brasil publicado em 1992. Os trabalhos de cunho acadêmico foram publicados nos periódicos: Alpha, Ficção, Revista Brasiliense e Revista Brasileira de Filologia e na Revista Tempo Universitário.

No ano de 1994, publicou Sintaxe Portuguesa e Léxico Básico de Literatura. Em 11 de agosto de 1996, Eulício Farias de Lacerda deixava a vida para ir morar na outra margem – falecia então o paraibano que deixou marcas na Literatura Norte-Rio-Grandense. Para João Medeiros Filho: Eulício Farias de Lacerda conseguiu realizar estudos lingüísticos e, ao mesmo tempo fazer literatura. Seus livros As Filhas do Arco-Íris; Os Deserdados da Chuva; O Dia em que a Coluna Passou; mostram, à evidência, que é um ensaísta primoroso aproximado de romancista. Escreve com deleite para os nossos olhos e entendimento, em estilo fonético e fonológico, dando à tipologia estrutural características próprias, sempre se denunciando o filólogo sensível à musica da arte literária. Paraibano do Vale do Piancó é norte-rio-grandense de coração, que honra a nossa terra. (MEDEIROS FILHO, 1983, p. 154-155)

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