Extremos

Cena de “O Gerente”, do diretor Paulo Cezar Saraceni

Por Bruno Yutaka

Se o debate com Júlio Bressane em Tiradentes, no sábado, terminou em tom pessimista, mas de uma lucidez admirável, no domingo foi como se entrássemos em outra galáxia. Os embates entre um cinema-produto e um cinema-arte, e a eterna batalha deste segundo para conquistar verbas, circuito de distribuição e público, não são exclusivos da realidade brasileira. Como em tudo que acontece pelo Brasil (ricos e pobres etc.), no entanto, nossos extremos parecem ser mais extremos do que o de outros.

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