Ecos da Feira de Frankfurt

Por Kiko Nogueira

Ziraldo e a prova de que a filosofia do “ame-o ou deixe-o” é o triunfo da estupidez.

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Comments

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  1. Marcos Silva
    Marcos Silva 17 de Outubro de 2013 7:49

    Ziraldo foi ótimo desenhista narrativo, seu Pererê original (1960/1964) é um clássico nos quadrinhos brasileiros. Essa sugestão de “os incomodados que se mudem” (coro de escárnio na peça “Gracias Señor”, do Teatro Oficina, nos 70) é absurda. A convivência na divergência é lição básica da democracia. Se ele discorda do outro, argumente em sentido contrário ao invés de convidá-lo a mudar de país.
    Prefiro que escritores, numa situação dessas, superem o espírito de convescote, pensem e convidem os ouvintes (leitores) a também pensarem.
    Vale a pena colocar essas feiras em seu devido lugar: balcão de negócios. Como estamos no Capitalismo, isso é corriqueiro, não fede nem cheira. O que não pode é confundir a oportunidade comercial com revolução intelectual. Não sei se no tempo de Graciliano e Clarice as feiras literárias tinham atingido esse porte. Sei que eles não dependeram desses oba-obas para escreverem o que escreveram.

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