Festeira de Besteira

Professor da UFRN Humberto Hermenegildo e o poeta Paulo de Tarso Correia no Flipipa

Cheguei agora, senhor editor, e leio um festival de besteira que assola o sp – ou melhor, a imprensa local e o nosso substantivo. Nenhuma análise consistente sobre o que aconteceu na bela Pipa pós-assassinato de três belos coqueiros. Deu ou não deu entrevista pouco importa. O Antunes mediático nunca vai ser um grande poeta, dando ou não dando. O mago virou mago mesmo tendo dado na infância.

O caso FLIPIPA não é o primeiro que acontece aqui e não reverbera como devia. É claro que as mesas foram formadas aleatoriamente por pessoas nem sempre competentes e preparadas para levar uma discussão de alto nível. O Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto) com seu festival da besteira que assola o país nunca esteve tão presente como nos dias atuais pós-nada. A besteira escoa por todos os poros de um país cada vez mais fela – ou melhor -, “FEBEAPA”.

Análises parciais. Uma cidade entregue às moscas. Nas ruas não podemos andar. Condomínios de luxo assoreando rios. A merda contaminando o nosso lençol freático. E as besteiras de sempre ecoando. Você meu querido Porto, precisava ver o Brasil de hoje. Não mudou nada do seu tempo. Para diminuir os acidentes de moto o Padilha sugere diminuir a venda de motos. Olha o Padilha!. Ou melhor, olha as motos que se transformaram numa terrível arma.

O oceano contaminado por uma empresa americana e milhares de vidas mortas. Um acidente ecológico sem precedentes.

Os bolsos das calças de Toritama são feitos de lixo hospitalar americano.

E o Equador não é só um linha que separa hemisférios …

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