Filmes que assisti e outros que pretendo assistir com urgência

Cena de “Vincere”, de Marco Bellocchio, um dos melhores filmes de 2011

TC

Alguns dos bons filmes que assisti no ano passado aparecem em algumas das listas de “melhores de 2011” dos críticos e que publicamos aqui recentemente: Cópia Fiel, Vincere, Incêndios, Meia noite em Paris, Poesia, O Vencedor, Tetro, Abutres, Cidadão Boilesen, Hércules 56, Cisne Negro. Cito-os de memória, não anotei no decorrer do ano, por isso pode ser que tenha esquecido algum que julgo importante.

A Pele que Habito e O Garoto da Bicicleta vi-os nos primeiros dias de 2012, mas como são do ano passado, podem entrar na minha lista de 2011, até pra ela ficar mais densa.

Foram citados nas listas, eu não assisti, mas anotei pra ir atrás, correndo: Submarino, Um Conto Chinês, Dorensztein, Em um Mundo Melhor, Um Lugar Qualquer, Diário de uma Busca, Inquietos, Homens e Deuses, As Praias de Agnès.

Melancolia e A Árvore da Vida aparecem em várias seleções, mas não entram na minha lista. Não que sejam filmes ruins, mas não me convenceram, achei-os por demais pretensiosos, não merecem o meu destaque. Mas, podem ganhar Oscars, inclusive Melancolia foi escolhido o melhor do ano passado pela Associação de Críticos de Cinema dos Estados Unidos, que influencia muito as escolhas da Academia.

Essas listas tem um peso relativo pra mim, servem-me mais como bússola, dicas, e o que é importante, raramente me decepciono com as indicações feitas pelos críticos.

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Tácito Costa 10 de janeiro de 2012 14:50

    Não poderia deixar de citar (acabei esquecendo!) a mostra do diretor John Cassavetes, organizada pelo Cineclube Natal e exibida no TCP. Importantíssima pra mim que até então não conhecia nenhum filme do diretor. Estou torcendo por novas mostras de grandes diretores ou atores para este ano.

  2. Jarbas Martins 10 de janeiro de 2012 8:55

    Tenho afinidade com muitas de suas preferências cinematográficas., Tácito.Mas vejo com um olhar diferente para alguns dos filmes que você citou.”Melancolia” – e você tem razão – é um filme marcado pela pretensão.Mas belo.Não à toa a crítica norte-americana se curvou diante dele. Aliás, a crítica norte-americana tem se curvado diante de cinematografias pretensiosas: o expressionismo alemão, filmes do cinema novo brasileiro (Glauber Rocha), a pretensão cinematográfica do escandinavo Lars Von Trier.
    Estou relendo o romance do cineasta Fernando Monteiro – “Aspades- Ets, Etc. Deparo-me de cara com uma oportuníssima citação: “Não se fazem em Portugal filmes originalmente presunçosos.Dos modelos estrangeiros, copia-se, além do resto, um presunção estrangeira. Ao menos inventemos, à falta do resto, uma presunção nacional.” E viva a presunção escandinava.brasileira ou honconguesa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo