Filósofo analisa formação do sistema penal brasileiro, no século XIX

Uma pergunta feita por Mário de Andrade em 1922 em “Pauliceia desvairada” — “Será necessária prisão para que haja civilização?” — aparece como provocação no começo e no fim do recém-lançado “Crítica da razão punitiva: nascimento da prisão no Brasil” (Editora Forense Universitária), do filósofo Manoel Barros da Motta.

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