FJA anuncia apoio às apresentações da Sociedade Araruna em 2016

Após reunião realizada na quarta-feira (2), a Fundação José Augusto (FJA) garantiu o apoio do Governo do Estado à realização dos espetáculos da Sociedade de Danças Antigas e Semidesaparecidas Araruna durante 2016.

A partir do convênio, o grupo estará em condições de participar de editais e leis de incentivos para a permanência e divulgação de uma as grandes tradições da cultura do Rio Grande do Norte.

Na audiência, o diretor geral da FJA, Crispiniano Neto recebeu o presidente da sociedade, José Barbosa da Silva.

Devido às precárias condições do Araruna que inclui das vidas financeiras, os representantes da entidade solicitaram o apoio governamental que será materializado em apresentações artísticas.

“Diante da solicitação já acertamos três apresentações do grupo que terão três cachês pagos pela FJA, que totalizarão R$ 15 mil. Este valor será mais do que suficiente para que o grupo possa sanar dívidas com município de Natal e com outros órgãos. Isso permitirá também a retirada de certidões para a inscrição da sociedade de editais públicos e na Lei de Cultura”, explicou Crispiniano Neto.

As apresentações ainda estão sendo marcadas e serão posteriormente divulgadas até o final de março.

Histórico
A Araruna é a única sociedade folclórica do Rio Grande do Norte com estatuto registrado em cartório e sede própria, localizada na Rua Miramar, no bairro das Rocas, cidade de Natal.

Fundada em 24 de julho de 1956, os primeiros passos foram dados por Cornélio Campina da Silva, com base em suas tradições familiares.

A sede foi construída no terreno doado pelo então prefeito Djalma Maranhão e com a mão-de-obra dos próprios membros do grupo. A iniciativa de transformar essas manifestações folclóricas em sociedade partiu do vereador Manoel Oliveira Paula, tendo como inspiração o movimento para preservação e incentivo das manifestações folclóricas que ele conheceu em Recife.

Jornalista por opção, Pai apaixonado. Adora macarrão com paçoca. Faz um molho de tomate supimpa. No boteco, na praia ou numa casinha de sapê, um Belchior, um McCartney e um reggaezin vão bem. Capricorniano com ascendência no cuscuz. Mergulha de cabeça, mas só depois de conhecer a fundura do lago. [ Ver todos os artigos ]

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