Folha de rosto

A porta de entrada no mundo dos livros
e as palavras acesas em meio a corredores
imagens alquímicas onde a busca se fez e surgiram
homúnculos personagens todos e vazios anjos no centro
daquela selvassala havia tanto monstro disperso
e luzes que um dia ouvi o canto da iara cantando
a lua e outras coisas e assim se fez um sol tão claro sótão quente
de que caí e um porão em que mirei e nunca mais tive
o livro à mão e assim se fez muito mais que a imaginação altiva
[imaginava.

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 10 comentários para esta postagem

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 + 19 =

ao topo