Fórum de Cultura defende nome técnico para presidir Fundação José Augusto

Em carta divulgada após a realização do III Fórum Potiguar de Cultura, na última terça-feira, 19, o Fórum Potiguar de Cultura critica o critério político/partidário para indicação do presidente da Fundação José Augusto e “defende a interlocução direta do setor cultural e de seus agentes na indicação de um nome com perfil técnico e competência comprovada”. No documento, o Fórum defende a Criação da Secretaria Estadual de Cultura/RN, Aprovação do Plano Estadual de Cultura/RN e Unificação do Sistema de Financiamento Público de Cultura Estadual/RN, com a revisão e fusão das leis Câmara Cascudo e Fundo Estadual de Cultura, entre outros pontos.

Leia abaixo a íntegra da carta:

III Fórum Potiguar de Cultura

Natal, RN, 22 Abril 2016

O Fórum Potiguar de Cultura (FPC) reunido no Auditório do IFRN Cidade Alta, em 19 de Abril de 2016, reafirmou durante o III Fórum Potiguar de Cultura o seu papel fundamental de unificar as linguagens artísticas para continuar as articulações necessárias à efetivação de uma política pública de cultura para o estado potiguar.

Assim, como resultado do seu encontro anual, o fórum manifesta sua defesa no aprofundamento da relação entre a sociedade civil organizada e as instituições públicas gestoras de cultura, possibilitando uma interação mais dinâmica e construtiva entre as partes envolvidas.

Para dar seguimento à pauta do fórum, elencamos as principais bandeiras em defesa de uma maior adequação da política pública feita atualmente no RN aos moldes do SNC – Sistema Nacional de Cultura, o que implica nos seguintes pontos:

– Criação da Secretaria Estadual de Cultura/RN

– Aprovação do Plano Estadual de Cultura/RN

– Implantação do Conselho Estadual de Políticas Culturais/RN

– Unificação do Sistema de Financiamento Público de Cultura Estadual/RN, com a revisão e fusão das leis Câmara Cascudo e Fundo Estadual de Cultura.

Com relação à gestão cultural estadual, o Fórum Potiguar de Cultura expôs durante o evento a fragilidade das nomeações para o cargo de diretor-geral da Fundação José Augusto, feitas a partir de partidos políticos, e defende a interlocução direta do setor cultural e de seus agentes na indicação de um nome com perfil técnico e competência comprovada, comprometido com a estruturação continuada de uma política planejada, eficiente e ininterrupta.

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