FOTOGRAFIA: Quando a realidade passa a ser retrato da imaginação e vira arte

No dia mundial da fotografia, celebrado justamente hoje, não poderia entregar para vocês um trabalho aquém do já mostrado aqui às quartas-feiras. Então, segue ma verdadeira exposição de arte da fotógrafa paranaense radicada em Natal, Célia Anahin.

Difícil categorizar essas imagens como fotografia. Serão retratos de verdade ou da imaginação? São registros do real ou de sonhos. Parecem mesmo a transposição à tela de sonhos melancólicos, como pinturas da Paris de Monet, ou de uma sinfonia triste.

A própria artista atesta: “A música me inspira mais do que uma imagem. O ato de criar é quase como sinfonia, uma sinfonia triste e silenciosa. Portanto, eu me inspiro no meu repertório de vida, musical e imagético; em imagens e lugares que não existem”.

E nessa realidade transmutada pela arte digital, Celia Anahin faz as pazes com sua imaginação e o ofício de fotógrafa, onde já trabalhou durante 10 anos no mercado editorial para revistas como Du Pont, Goodyear, entre outras, além de agências em Natal e exposições coletivas em Modena, na Itália.

Entre as imagens a seguir, há algumas entre nossas proximidades. Nem sei se vale a pena identificar. Fica para a imaginação do leitor, como fica também na imaginação da fotógrafa:

DESERT

GIRL

ARVORE G

PESCADORES

JANGADAS DE MACEIO

BARREIRA DO INFERNO

FAROL DA BARRA

NATAL

PIER8

BIRDS

SUNRISE

PIRANGI

Jornalista por opção, Pai apaixonado. Adora macarrão com paçoca. Faz um molho de tomate supimpa. No boteco, na praia ou numa casinha de sapê, um Belchior, um McCartney e um reggaezin vão bem. Capricorniano com ascendência no cuscuz. Mergulha de cabeça, mas só depois de conhecer a fundura do lago. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dezenove − quinze =

ao topo