Fragmento

mulher armário

Arrumando & desarrumando….
Poucas palavras me prendem…
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Ficaram poucas.

Comentários

Há 4 comentários para esta postagem
  1. Danclads Andrade 8 de janeiro de 2013 21:12

    Em uma espécie de darwinismo da alma, a vida nos faz selecionar o que realmente importa.

    Poucas palavras sobram.

  2. Ednar Andrade 8 de janeiro de 2013 19:29

    É ela, Dona vida, sorteia uns tapas… Também gosto mesmo é de beijar. Os tapas são, às vezes, inevitáveis, eles podem surgir das mais doces mãos… É como disse Augusto dos Anjos em “Versos íntimos” : “A mão que afaga é a mesma que apedreja”.

    Os tapas esbarram em nós como lava de um adormecido vulcão… Já os beijos, podemos doar a quem também deles nos faz doações… Rs…

    Para ti, beijos sem tapas…

    Eu te amo. É de graça, Marcos.

    Também saudades………………….

  3. Marcos Silva 8 de janeiro de 2013 12:22

    Esse poema é um beijo meio tapa na cara. Não gosto de apanhar nem de bater, gosto de beijar e ser beijado. Mas o impacto do tapa acontece na vida. A concisão me fascinou. Beijo sem tapa pra vc, Ednar.

  4. Anchieta Rolim 8 de janeiro de 2013 11:05

    Que beleza, Ednar! A foto se encaixa com o poema, fazendo-me lembrar algumas obras de Salvador Dali. Essas gavetas tem tudo a ver com o poema… Parabéns!

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