François, redes sociais, livros e outras milongas

TC

1 – Cara nova do lado direito do nosso… blog? site? portal? rede social? Seja bem vindo François. “O bem vindo” acima fica na conta da praxe com que saudamos todos os colunistas porque François já fazia parte da casa. Quem me mandou a foto foi Aurélia, uma das meninas do escritor. Agradeci e disse que os colunistas/galãs do SP ganharam um forte concorrente – rs.

2 – Sem perder as características de blog, que estão na gênese deste espaço virtual, ao longo do tempo acrescentamos coisas e mimetizamos outras e hoje tenho dúvidas sobre a real denominação do SP. Por isso, as interrogações lá no início. A minha entrada no Facebook e a criação das colunas de Jairo e François nos últimos dias me levaram a pensar que também somos uma rede social.

3 – E por falar em rede social, o Facebook não foi feito pra mim. Isso já deu para sacar. Nada contra quem considere aquela rede social sensacional. Acho que tem a ver com temperamento. Tenho usado para divulgar os posts do SP. É estranho receber solicitações de “amizade” de pessoas que você nunca viu e não faz a menor idéia de quem sejam. Para isso, era melhor usar uma denominação tipo ‘seguidor’, ‘seguido’, ‘conhecido’ ou algo parecido.

5 – Sigo neste sábado com o poeta Demétrio Diniz para a Feira do Livro de Mossoró, onde participo de um papo à noite sobre Literatura e Internet. Demétrio será entrevistado num programa literário de uma Tv local que será gravado no mesmo local da Feira.

6 – Carlão falou outro dia aqui que ainda existem bons romances. Eu nunca tive dúvidas sobre isso. Acabei de ler por esses dias Jakob von Gunter – Um Diário, de Robert Walser. Meu interesse por esse autor foi despertado depois da leitura de outro… bom romance, Doutor Pasavento, de Enrique Vila-Matas, que remete a todo instante à vida e obra do escritor suiço.

7 – Antes, li outra jóia, O Remorso de Baltazar Serapião, do português de origem angolana valter hugo mãe, que esteve na última Flip. Leia o primeiro capítulo aqui e tenha uma idéia da prosa do escritor.

8 – Tenho visto alguns espetáculos de dança moderna na TV Sesc e na semana passada fui à abertura do 3º Encontro de Dança Contemporânea do RN. Assisti Clébio Oliveira, com a coreografia Zona Abissal, e o Balé da Cidade de São Paulo, com Divinéia. Meu repertório é limitado também nessa arte, mas a impressão que tenho é que ela está cada vez mais próxima da performance. Será esta uma impressão sensata ou é viagem minha? E não me refiro aqui ao diálogo que existe entre todas as artes, é algo bem mais intrincado.

9 – Gostaria de escrever mais vezes aqui e até já fui questionado sobre isso. Explico agora porque isso não acontece. Com a correria, os trabalhos nas firmas 1, 2 e 3, compromissos sociais, familiares, as leituras, os filmes… acabo sacrificando posts pessoais em favor das atualizações, ou bem faço uma coisa ou outra. Lembro ainda que todos os meus trabalhos implicam em escrever, então às vezes sinto-me exaurido. Sem falar que não tenho opinião formada ou abalizada sobre muitas coisas abordadas aqui. Por isso, prefiro não me expor para evitar vexames.

10 – Olha só que coincidência. Na semana passada, liguei num canal de TV bem na hora que estava começando Deus e o Diabo na Terra do Sol. Hoje li que completou 25 anos da morte de Glauber. Vi, extasiado, o filme pela terceira vez. Uma obra prima. Ainda tem muito a nos dizer, principalmente diante desses fundamentalismos que assolam o mundo. Viva Glauber!

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