Freio de arrumação

Aos comentadores, principalmente.

Por favor, mais educação e respeito. Não peço nem senso de humor porque isso é inato. Quem não tem jamais adquirirá. Não usem o SP para atacar desafetos, alguns, inclusive, jamais apareceram por aqui. Muito menos para levantar suspeitas sobre a honra alheia. A partir de agora, serei mais rigoroso na liberação de comentários.

P.S

Já tinha escrito a nota acima quando recebi o post publicado abaixo. Chico Martins, não faço distinção entre autores fakes e reais. Já deixei isso claro no post “Nada de novo no front” (aqui), acho que você não o leu. Não publiquei o seu coment porque você citou Lívio Oliveira gratuitamente. Também vetei o de Laélio que fazia referência clara a Vicente Serejo.

T.C

Comentários

Há 8 comentários para esta postagem
  1. Laélio Ferreira 11 de abril de 2011 15:59

    Tácito.
    Continue no seu caminho – já explicitado várias vezes, ultimamente. O blog é seu, tem nome e é bem lido. Censure a quem merecer censura – como tem feito, inclusive comigo.
    Só não dê uma de “Pai Tácito”, “mandando cantar para subir” os exus que aparecem. Vosmecê não precisa de cambonos e iaquererês no seu terreiro.
    Quanto aos fakes – não é difícil identificá-los, querendo! -, já que não têm identidade, não mostram a cara, não deveriam meter tanto o bedelho no que você faz.

  2. Rilke Vieira 10 de abril de 2011 10:34

    Tácito,
    Gustavo tem razão. Existe o risco real da tolerância e pluralidade com que você conduz o SP serem confundidas com pusilanimidade e medo. E você acabar desmoralizado. Os trolls não tem contemplação com ninguém. São parasitas virtuais. Perigosos. Uma parte deles tem nítidos problemas mentais. Outros são ruins por natureza. Os doentes se recusam a tratamento. Outros não tomam os remédios como deveriram. O resultado é infernizar a vida dos outros. É fácil identificar os trolls, sua principal característica é só entrar nos blogs na seção de coments com o objetivo claro de atacar a torto e a direito, perseguir e desestabilizar as discussões. A contribuição deles é zero. Se ligue, editor.

  3. Chico Martins 10 de abril de 2011 9:32

    Prezado editor,

    Existe uma raiva descontrolada dos participantes (alguns) deste site. O site virou ultrasensivel. Se mencionar nomes não publica. Se escrever ruim publica. Se For desconhecido não publica. Se for isquizoide publica. É difícil entender o que fazer. Beijos no coração.

    • Tácito Costa 10 de abril de 2011 9:44

      Concordo quanto à raiva e o descontrole, que não são generalizados, claro. Citações de nomes fora do contexto serão cada vez menos toleradas. A questão sobre “escrever ruim” não me cabe julgar, deixo aos leitores. Desconhecido não publica? Desconheço isso. Não posso exigir atestado médico, para saber se o cara é ou não inquizoide, na dúvida, publico. É tão fácil saber o que fazer, é só agir com respeito, decência, tolerância, desprendimento… , valores que eu sei que o senhor aplica em casa e nas suas relações sociais.

  4. Gustavo de Castro 9 de abril de 2011 21:25

    Tácito, os covardes e traiçoeiros nunca atacam de frente… Os ardilosos e venais ficam sempre a espreita com joguinhos que pensam ser inteligentes, etc. Nunca entendi esse seu pudor, homem, em cercear os comentários. Tem que cercear mesmo. Aqui não é a casa da mãe joana. É a casa do pai Tácito.

  5. Marcos Silva 9 de abril de 2011 20:41

    Tácito:

    Seu zelo é sempre admirável.
    Quero realçar coisas boas que continuam a acontecer neste blog: a Poesia (poemas bons, regulares ou fracos, emm diferentes estilos, todos ajudando a pensar sobre a necessidade desse gênero textual), o noticiário crítico, o debate sobre questões relevantes.
    Melhor deixarmos as coisas menores em sua devida proporção microscópica.

  6. Laélio Ferreira 9 de abril de 2011 16:09

    Tácito.
    As glosas diziam respeito a um certo “Sobrejo da Tela Urbana”.
    Qualquer semelhança, terá sido – lhe garanto – mera coincidência.

  7. Lívio Oliveira 9 de abril de 2011 12:36

    Senhor editor, peço licença mais uma vez, desta feita para rapidamente agradecer pelo bom senso e responsabilidade com que atuou nesse último episódio no que respeita à minha pessoa.

    É óbvio que continuo acompanhando o site e espero que doravante tudo melhore por aqui.

    A minha participação neste veículo virtual me trouxe algumas alegrias, eventualmente. Mas, confesso que me causou muitos mais dissabores (inclusive a minha família).

    Talvez, reconheço, eu não tenha sabido controlar a vaidade (que é algo fútil, falso e enganador, também). Mas, nunca quis e nem fiz mal deliberado a ninguém. Muito menos no nível que alguns querem provocar contra mim.

    Reabri o meu humilde blog (que alguns conhecem), unicamente para dar alguma vazão aos meus impulsos de escrita e de travar contato com a arte e a cultura de todo canto. Não ficarei alheio ao que se produz nessa seara, por motivos evidentes.

    Acredito que tudo vai melhorar. Principalmente por aqui, nesse importante instrumento de comunicação que o senhor, caro editor, criou magistralmente.

    E eu, que estava desacostumado a rezar, tenho me apegado a algumas leituras bíblicas. Principalmente, tenho repetido a leitura de Filipenses, 4.8.:

    “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.”

    Atenciosamente,

    Lívio Oliveira

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