Fronteiras com o crime

É triste saber que – ao mesmo tempo em que é empreendido um grande esforço no Brasil para o controle do tráfico e da criminalidade – temos, ao longo de nossas fronteiras sul-americanas, milhões de facilidades para o roubo de carros, tráfico de drogas e de armas e outros crimes correlatos.

Muitas vezes me pergunto se o Paraguai, por exemplo, é o correspondente exato de uma no man’s land.

Hoje, mesmo, vi no “Bom Dia Brasil” uma matéria mostrando como é fácil ingressar naquele país com um carro roubado e voltar de lá com um fuzil, uma metralhadora, armas ponto 30, etc, etc.

Com todo respeito ao povo paraguaio, mas será que aquele país parou no tempo? Parece até uma vingança histórica contra a Tríplice Aliança…

E a Bolívia?

É…O Brasil vai ter que trabalhar diplomaticamente essa questão das fronteiras, a menos que não queira manter os avanços que tem conquistado…

p.s. Lembram daquela música dos “Inimigos do Rei”, nos anos 80?

Era assim:

“Adelaide!
Minha anã paraguaia
Adelaide, minha anã…”

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 5 comentários para esta postagem
  1. Lívio Oliveira 13 de dezembro de 2010 20:16

    Ah! Descobri, enfim, a quem o senhor Franzisnaldo, o Naldinho, esse contendor intelectualmente preparadíssimo, está prestando seus serviços de franco-atirador virtual. E vou dizer…na primeira oportunidade…

  2. Lívio Oliveira 13 de dezembro de 2010 17:49

    Só não venha dizer que é da minha família. Por favor.

  3. Lívio Oliveira 13 de dezembro de 2010 17:48

    Talvez, ilustre Francinaldo, esteja na hora de você começar as suas. Afinal, você é um famosíssimo e revolucionário homem das letras…um gênio como aquel’outro…

  4. Francinaldo Oliveira 13 de dezembro de 2010 17:03

    Os pluralistas estão contando direitinho (nos dedos) quantas faltam?

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