Fundação José Augusto nomeia novo assessor de imprensa

A Fundação Zé Gugu achou um nome para a assessoria de imprensa pautado na experiência e na longa jornada junto à cena cultural potiguar. O jornalista Moisés de Lima tem história no ofício e no setor, além de músico/bluesman também de trajetória firmada desde os anos 90. Conhece os caminhos e sabe se guiar pela ética. A nomeação oficial deve sair ainda esta semana.

O Moiza é um amigo que construí na profissão. Se tive raiva desse sujeito foi antes de conhecê-lo pessoalmente. Em 1999 ele já editava o caderno de cultura do Diário de Natal. E passei a enviar minhas crônicas ao email do caderno. Aqui e acolá eram publicadas e mais das vezes com meu nome errado. Ficava puto! (rs)

Mas quando ingressei no jornal, em 2004, percebi logo uma figura bacana, amiga, embora extremamente cismada, tímida. Continuei a enviar meus textos e vez ou outra colaborava com matérias até virar repórter de cultura. Foi massa trabalhar como repórter de Moisés. Fizemos um curto e excelente trabalho – me orgulho em dizer.

Infelizmente logo o jornal migrou os editores para Recife, em decisão que mais tarde se mostrou equivocada e essa parceria ficou difícil. Moiza jogou a toalha tempos depois e fomos nos rever em outra redação, do Portal NoAr, dessa vez, eu na Cultura e ele em Cidades. Saí de lá e ele assumiu a multifunção nas duas editorias.

E agora estou aqui com o magro Tácito e ele lá na Zé Gugu. E vamos manter essa parceria. Acredito na gestão de Crispiniano. Acredito numa gestão gerida com experiência e criatividade. São as alternativas cabíveis ao momento para tentar mudar e criar alguma coisa.

Bom ressaltar o ótimo trabalho da Isabela Santos. Mesmo sem ter muito o que divulgar, tirou “leite de pedra” e fez chegar aos locais mais estratégicos o pouco que se fez. Agora a Fundação está com um sangue novo paradoxalmente mais experimentado. Moisés, ex-editor da Brouhaha pode ser, inclusive, um bom caminho para a Preá!

FOTO: NATHALIE ALVES

Jornalista por opção, Pai apaixonado. Adora macarrão com paçoca. Faz um molho de tomate supimpa. No boteco, na praia ou numa casinha de sapê, um Belchior, um McCartney e um reggaezin vão bem. Capricorniano com ascendência no cuscuz. Mergulha de cabeça, mas só depois de conhecer a fundura do lago. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

There is 1 comment for this article
  1. Anchieta Rolim 25 de novembro de 2015 17:17

    Tomara que com essa nova gestão , Areia Branca passe a ser cidade do RN e consiga uma Casa de Cultura.

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