Geografia sentimental do Grande Ponto

pontoFoto: Jaeci

“À noite, após as aulas e os namoros, os encontros no Grande Ponto. Confeitaria Cisne, Casa Vesúvio, de Maiorana, O Botijinha, depois Bar Dia-e-Noite (em cima funcionava a sede do Santa Cruz Futebol Clube, de Zé Guerra, de Zé Lins, pior do que o pior jogador de futebol do Íbis, de Pernambuco, mas de uma abnegação ao clube tão grande que o tornava um gigante no gramado do Juvenal Lamartine, defendendo as cores do seu time). Do outro lado, Raimundo botava seu moinho para rodar e vender caldo de cana com pastel, pão doce, soda ou brote. Tudo a gosto do freguês. Todos tinham medo do caldo de cana “picado” ou azedo, pois fazia rebrotar antigas gonorréias, tratadas com sulfa, comprimidos de Cibazol e dedadas de Dr. Pedro II, em cima do OK Bar, em frente ao Rex.”

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