Geovannina

Procuro ao mar os rastros
Liberdade nunca herdada
Beijando o chão amado
Onde pisastes dilacerada

Frases soltas ao vendaval
Da boca que aspira o beijo
Perfumado.
Por sob os belos seios soltos
Respiras, perjuras e idílios
ao mar de ponta-cabeça

Cavalo-Marinho pousa em tuas nádegas
Nynfa onde o amor fez morada
Turbilhão desde
Charibde a Caicó

As palavras? perdi-as ao vento
E fiz de um dia abrigo onde
Enchi de sonhos, sons e voz alada
Que aprendeu a soletrar e Niná

Nina MeNina Mulher Terra
Nineta Geo Geovanni.
Geovannina

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. João da Mata 1 de abril de 2011 15:16

    Jajá, o contemplador de balões

    Fosse quadrinista escrevia uma estória de amor.
    ploof. Hummmmmmmm. Ai!

    Fosse um antologista jescolheria os antológicos

    Fosse visionário desenharia e versaria como Blake

    Como não sou nada continuarei a soltar balões

  2. Jarbas Martins 1 de abril de 2011 11:05

    isto, joão, solta o teu balão.

  3. nina rizzi 1 de abril de 2011 8:38

    anaïs tem muitas companheiras, sendo frida sua preferida. elas se lambem o dia todo… rsrsrs… tou com onze filhotes, que fazer, camarada?

    ô, o ritmo desse poema é mesmo como as ondas 🙂
    minha mãe adorará. pena que não me liga há tempos e tempos.
    quando eu morrer, ninguém vai saber.
    isso alivia? rs

    beijos, querido.

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