Gilberto Freyre

Por Raimundo Carrero
Jornal do Brasil

RIO DE JANEIRO – Numa noite de inverno recifense, com raras chuvas e neblinas, sem estrelas, subi – em março de 1968 – as escadas do solar de Apipucos, em companhia do sociólogo Pessoa de Moraes, para minha primeira visita ao escritor Gilberto Freyre, uma lenda da cultura pernambucana desde o lançamento de Casa grande & senzala, que, ao surgir na década de 30, se transformaria no livro mais polêmico do Brasil.

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