Godard, cólica existencial etc.

Por Homero Fonseca

Sei não. Assisti ao “Film Socialisme”, de Jean-Luc Godard, uma derradeira e sincera chance que me dei para me convencer da genialidade do incensado diretor e assim me sentir inteligente como seus epígonos. Continuo burro.

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Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. carlos de souza 10 de fevereiro de 2011 8:43

    Desculpem os amigos, os inimigos e os nem tanto: não dou a mínima para Godard. Ulysses é ótimo e Finnegans chato.

  2. Fernando Monteiro 9 de fevereiro de 2011 7:48

    Que prazer estranho parece ser auferido do “bater em Godard” como se o gênio inquieto do cineasta incomodasse mais profundamente do que fazem crer seus filmes livres, experimentais (sem descanso) há mais de meio século de fuga dos engessamentos da linguagem no cinema e de luta godardiana por reinventá-lo em cada filme.
    Se ele morasse aqui, seria agredido nas ruas? Impedido de estacionar o carro, de tomar cafezinho, de comer banana, de passear na rua, de respirar, inclusive?…
    Você vai dar uma festa quando Godard morrer, Homero? Ele já tem 80 anos de inquietude ininterrupta. Se incomode tanto não, camarada e amigo,
    ‘tá perto o fim da existência desse reinventor do cinema que te deixa — e a outros — tão putos.

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