Graciliano, Cascudo e os penicos

Por Vicente Serejo

As manias, Senhor Redator, se não são mórbidas, levam sempre a boas redescobertas do que ficou esquecido numa margem de página. Com a leitura da nova edição de ‘O Velho Graça’, biografia relançada agora, nos 120 anos de Graciliano Ramos, e que circulou originalmente em 1992, no século do grande romancista, arrastou estes olhos à estante e lá reencontrei, na primeira edição, uma velha anotação feita há exatos vinte anos, de uma conversa do autor de Vidas Secas com Câmara Cascudo.

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Comentários

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  1. Rafael Mesquita 11 de janeiro de 2013 18:19

    O jet-set continua guardando pinicos e produzindo invejas; e os pinicos riem, mesmo acolhendo nádegas gordas.

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