GRAMÁTICA DO AMOR

Por Jóis Alberto

Sujeito e o objeto do desejo. A um desejo de objeto me sujeito? Na gramática do amor Quais são os seus predicados? A questão é lacaniana e pós-estruturalista. Bem dissimulada, não precisa psicanalista. Para ela, o importante é a agenda. Seu corpo não está à venda Mas como tem amantes na lista!

Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Jarbas Martins 17 de outubro de 2011 18:18

    já passei por esses problemas, poeta Jóis Alberto. pensei em fazer greve e em não enviar meus poemas pro nosso SP. ficar só nos comments. mas percebi que poesia é arte dos diabos…o editor e crítico Tácito que o diga (sim, TC é crítico de poesia dos bons). por isso, adotei o Hai-Kai. essa forma pode-se encaixar facilmente em qualquer lugar: nesta seção dedicada a comentários, no twitter, no facebook… espero poder voltar a ler brevemente seus poemas, de alta qualidade. um abraço.

  2. Jóis Alberto 17 de outubro de 2011 16:57

    Obrigado, Jarbas Martins e Nina Rizzi, pelas palavras elogiosas e de estímulos! Nina, querida poeta, confesso que nada entendi das suas instruções – ‘página de publicação maior’, ‘mínima janela’, ‘edição rápida’, etc, mas agradeço a sua boa vontade em querer me ajudar. Acredito que você se refere a informações que aparecem pra quem está cadastrado neste site. Não enviei o texto com barras que sinalizam quebra de verso, porque achava que bastava preencher o espaço do link ‘escreva, clique aqui’, enviar o texto e este sairia formatado em versos. Não quero dar mais serviços, trabalhos ao editor Tácito Costa, a quem só tenho elogios e agradecimentos a fazer. Sei que o poema saiu em forma de ‘prosa’ não por culpa do editor, mas, ao que tudo indica, por desinformação minha e muito amadorismo da minha parte! Deixo o espaço da poesia, aqui, pra poetas profissionais e talentosos – você e Jarbas, dentre outros e outras que publicam com frequência. Além do mais, como meus poemas tem um tom, um ritmo, uma linguagem de muita oralidade, não quero que corram o risco de serem lidos novamente, como prosa, por pura incompetência deste poeta marginal e pra lá de bissexto; não por não entender do métier – que conheço desde a adolescência e no qual me aprofundei ainda mais nos conhecimentos ao concluir recentemente licenciatura em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas na UFRN – , mas sim por não saber usar as ferramentas de edição do site! Afinal, acredito que todos aqui sabem e concordam, que nem toda a poesia precisa ser altamente metafórica, como as Paul Valéry, para poder ser considerada poesia. Desde a antiguidade greco-romana – vide Catulo e outros – muitos poetas trabalham com a oralidade e o tom mais coloquial, etc. & Etc…

  3. Nina Rizzi 17 de outubro de 2011 14:10

    Jóis, eu também tinha esse problema quando ia a página de publicação maior; depois que passei a usar a ‘mínima janela’, que fica no canto esquerdo “edição rápida”, não aconteceu mais. então vc pode fazer assim. ou então manda com aquelas barras que sinalizam a quebra do verso, assim vc dá mais serviço ao nosso editor… hehehehe!

    e deixa de modéstia e egoísmo, solte, socialize os poemas!
    um beijo!

  4. Jóis Alberto 17 de outubro de 2011 12:12

    Pois é, caro Tácito Costa! Enviei o poema em forma de versos. Foi publicado um ‘poema em prosa’! Não entendi por que chegou até você dessa forma. De qualquer modo, agradeço a publicação, amigo! O que vale é a intenção! Além do mais, você conta, dentre os/as colaboradores/as, com poetas e poetisas muito mais talentosos/as do que eu. Não pretendo enviar novamente o mesmo poema, nem outro, pra não correr o risco desse tipo de problema de edição acontecer novamente. Os meus versos não farão a menor falta! Que os outros poetas continuem tendo mais êxitos e sorte do que este poeta menor na divulgação de seus poemas, aqui neste inteligente site “SubstantivoPlural”. No mais, é agradecer mais uma vez a publicação – mesmo eu tendo ficado frustrado com a edição. Continuarei colaborando, todavia, com meus modestos comentários na seção ‘Últimos comentários’, caso não ocorra nenhum tipo de problema de edição, ou objeção da sua parte, tá ok?

  5. Jarbas Martins 17 de outubro de 2011 11:02

    Jóis, meu poeta.curto muito a sua ontologia do amor.

  6. Tácito Costa 17 de outubro de 2011 8:29

    Jóis, publiquei tal qual recebi, qualquer coisa envie novamente.

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