hecatombe n° 2

que ave é aquela?
cujo grito me disse de animais
no abate
que impacto sobre o silêncio aquele barulho inconteve?
numa hora dessas
às três da tarde
gemendo por detrás dos alphavilles
nas microditaduras cariocas

Comentários

Há 16 comentários para esta postagem
  1. Denise 2 de dezembro de 2011 11:50

    Poema abissal e lindo. Ave, Mombaça!

  2. edjane linhares 2 de dezembro de 2011 11:24

    Tudo bem, pessoal. Achei que Tácito já tinha contactado com quem tem a senha. É bom acontecer, porque me veio a maior dúvida: como proceder em caso de hacker?
    Mombaça, gosto do que você escreve, inclusive te falei pessoalmente em Pipa. Não compreendi esta história de poesia-limite.

  3. gustavo de castro 2 de dezembro de 2011 10:44

    Destaco esta citação do Lívio Oliveira, reitero e assino embaixo: “A poesia de Momba é a poesia-limite e ainda nos dará muito o que falar. Mombaça está inserido no novo século mais que qualquer um de nós. Este é o tempo é de Jota Mombaça. De fato. De direito.”

  4. Jarbas Martins 2 de dezembro de 2011 10:28

    aproveito este espaço pra mandar um recado pro meu guru Fernando Monteiro.minha caixa de e-mails está superolotada. não costumo lançar fora nem as inutilidades que me chegam. é por isso.mas prometo fazer uma faxina sua saída do FB foi horrível. temos que admitir que o FB é o pior dos mares necessários.olha, caríssimo Fernando Monteiro – terei boas notícias pra você.aguarde.abração.

  5. Alex de Souza 2 de dezembro de 2011 10:13

    “quero ser tácito costa”, novo filme em cartaz

  6. Lívio Oliveira 2 de dezembro de 2011 8:56

    Jarbas, vamos reivindicar também a senha do SPlural para nós. Quem sabe se assim ficamos bonitos e vistosos como o Tácito. Essa é a verdadeira campanha.

    Lembrei-me até de uma propaganda antiga, cujo mote era: “Eu queria era ser pianista”.

    Mutatis, mutandi: “Eu queria era ser o Tácito!”.

    Monteiro, compadre, o que me diz?

  7. Lívio Oliveira 2 de dezembro de 2011 6:12

    Esse, a meu ver, não é um dos melhores poemas de Momba. Mas, quero firmar aqui que considero altamente importante e de muito bom nível a poesia de Jota Mombaça. Desde que surgiu por aqui, chamo atenção para seus textos viscerais, verdadeiros, corajosos, atrevidos, abissais.

    A poesia de Momba é a poesia-limite e ainda nos dará muito o que falar. Mombaça está inserido no novo século mais que qualquer um de nós. Este é o tempo é de Jota Mombaça. De fato. De direito.

  8. Gustavo de Castro 2 de dezembro de 2011 1:43

    Não, pessoal, calma, fui eu quem fez o comentário, inadvertidamente dentro da senha que tácito me forneceu do sp para corrigir ou liberar os meus posts. Infelizmente postei de dentro do “sistema” e cometi este equívoco. Peço perdão a Tácito e a todos pela confusão. .

  9. Edjane Linhares 2 de dezembro de 2011 0:13

    É grave, Tácito. Sou radical, abriria um B.O. É crime de falsificação ideológica. Procura saber qual delegacia procurar em Natal. Tem que saber a fonte deste comentário.

    • Tácito Costa 2 de dezembro de 2011 8:10

      Calma Edjane, está tudo esclarecido. Foi Gustavo o autor do comentário. Ele é um dos pluralistas que tem a senha de Administração (a mesma que eu tenho). Esqueceu de entrar com o login e senha dele e entrou com a de Adm., e, nesse caso, o nome que aparece é o meu.

  10. Alex de Souza 1 de dezembro de 2011 17:49

    mude todas as senhas. a pessoal e a dos perfis administradores.

  11. João da Mata 1 de dezembro de 2011 14:33

    Preocupante meu caro amigo Tácito, um comentárui apócrifo.
    Estranhei o seu comentário ja que evitas tomar partido poético, mesmo tendo as suas preferencias. E, por isso mesmo, a dificuldade em antologizar a poemática substantiva que não está só num verso, mas também numa frase, num texto em prosa, numa pausa, etc

  12. Tácito Costa 1 de dezembro de 2011 13:06

    lírico, uhmmm…poesia com estilo e assinatura.

    **********
    DO EDITOR
    Agora fiquei preocupado. Não escrevi o comentário acima. Não faço idéia de quem escreveu. Ou ocorreu algum equívoco ou é trabalho de hacker com claros intuitos de gerar confusão.

  13. Godot Silva 1 de dezembro de 2011 12:20

    Construção imperativa – “gemendo por detrás dos alphavilles
    nas microditaduras cariocas”: dói na carne e na alma…
    Valeu, velho!

  14. horácio oliveira 1 de dezembro de 2011 11:31

    Aí, Mombaça.

  15. Jarbas Martins 1 de dezembro de 2011 8:58

    poesia no sentido mais livre da palavra. dispensa rótulos, formatos, gêneros.para o meu cânone poético particular.

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