Hoje

hoje
é

eu
em
mim
é
sol
eu
e
mim
o
hoje

passando
passou
desde
o
início
do
poema
não
sou
mais
eu
em
mim
fui
o
sol
que
deixei
passar
em
mim
hoje

Comments

There are 5 comments for this article
  1. Jarbas Martins 27 de Fevereiro de 2014 6:30

    Curti seu poema pós-concreto Desculpe-me (cacoete antigo de professor) de pôr etiquetas em sua bela e despojada arte.Vertical e docemente bem trabalhada.Parabéns, poeta Oreny Junior.

  2. Anchieta Rolim 27 de Fevereiro de 2014 10:28

    Beleza de poema. Valeu, Oreny.

  3. Oreny Junior
    Oreny Junior 27 de Fevereiro de 2014 11:41

    Obrigado, amigos
    Jarbas, Anchieta, pelas curtições, comentários, sempre atenciosos com os post’s. Abração e vamos cair na folia. Até a quarta feira de cinzas.

  4. Danclads Andrade
    Danclads Andrade 27 de Fevereiro de 2014 15:21

    A fugacidade do tempo: o hoje passando, transformando-se no ontem, me remete a um poema de Wisława Szymborska. E a verticalidade do poema – ao contrário da horizontalidade que torna tudo equânime, igual – indica declínios, superações, passagens, hierarquias. O novo superando o velho. O vai e vem do tempo. Como no pêndulo de Foucault.

    Maravilha, Oreny.

  5. Oreny Junior
    Oreny Junior 27 de Fevereiro de 2014 19:52

    Danclads, obrigado pelo comentário. Abração!

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