Humanidade e tristeza de um sambista mineiro

ataulfo

“Um dos maiores sambas da história quase não dá pé. Ai que Saudades da Amélia irritou Mário Lago quando Ataulfo Alves, parceiro para quem entregou a letra, mexeu em boa parte da estrutura da composição. Apesar do mal-estar, Ataulfo procurou o editor Emílio Vitale para fazer a gravação. Mas nenhum dos cantores cogitados, como Cyro Monteiro, Orlando Silva e Moreira da Silva – que a classificou de “marcha fúnebre” -, topou interpretar o samba. A recusa, segundo Ataulfo, devia-se ao ritmo “revolucionário”. A solução: ele mesmo o cantou.”

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