Ignácio de Loyola Brandão, de Woodstock à Cracolândia

Por Luciano Trigo

Em 2000, o escritor Ignácio de Loyola Brandão partiu com a mulher, Márcia, e um casal de primos numa viagem à Nova Inglaterra – o pedaço dos Estados Unidos considerado o maior reduto de escritores por quilômetro quadrado. Loyola estava em busca de Woodstock, não como referência geográfica, mas como a imagem mítica que conservava do histórico festival de música em que rolaram, em 1969, sob o lema “Paz e amor”, muito sexo, muitas drogas e muito rock and roll. Mais de uma década depois, ele transformou as lembranças e anotações daquela viagem no livro Acordei em Woodstock – Viagens, memórias, perplexidades (Global, 288 pgs. R$35).

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