Imagens raras de Marilyn Monroe aos 19 anos dominam leilão nos EUA

EFE/JOSEPH JASGUR – foto de Marilyn Monroe aos 19 anos

DA EFE – NO UOL

Uma coleção de imagens da primeira sessão fotográfica de Marilyn Monroe dominou um leilão realizado nesta sexta-feira pela casa Julien’s Auctions em Los Angeles, onde foram apresentados mais de 300 artigos relacionados à loira mais sedutora da história de Hollywood.

As fotos foram tiradas por Joseph Jasgur quando a atriz tinha apenas 19 anos e dava os primeiros passos de sua carreira profissional, ainda sob o nome de Norma Jeane.

O diretor-executivo da Julien’s Auctions, Martin Nolan, disse que este foi um leilão incomum, pois, além das fotos raras, foram leiloados os negativos e os direito de imagem das mesmas, algumas das quais foram adquiridas por mais de US$ 21 mil.

Os participantes do leilão se mostraram especialmente interessantes nas fotos de Monroe usando maiô na praia de Zuma, norte de Los Angeles, numa época em que a modelo principiante ainda não era o mito sexual que se transformaria nos anos 1950.

“Passaram 50 anos de sua morte, mas as pessoas ainda têm um romance com Marilyn Monroe, essa visão de loira explosiva, e é uma parte de suas lembranças que querem manter viva. Marilyn Monroe é muito ‘colecionável’, é um grande investimento”, explicou Nolan à Efe.

O leilão, no entanto, fracassou em encontrar um comprador para as peças mais valiosas à venda: um vestido de estilo arabesco usado pela atriz em 1958 para uma sessão de fotos na qual emulou a estrela do cinema mudo Theda Bara em seu papel de Cleópatra de 1917 e um tríptico criado para Marilyn pelo fotógrafo Cecil Beaton.

O traje estava avaliado entre US$ 200 mil e US$ 300 mil, enquanto o tríptico era estimado entre US$ 80 mil e US$ 100 mil – tinha ficado no salão da casa da atriz até sua morte, junto à foto preferida de Marilyn e uma carta de Beaton descrevendo-a. EFE

O objeto vendido pelo maior valor no evento foi um vestido arrematado por mais de US$ 79 mil, usado por Marilyn no filme “O Pecado Mora ao Lado” (1955).

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