Impressões ( 1ªs) de um certo ELE

Fui ao encontro da lusofonia. Tive que sair antes, pois tinha aula.

Ouvi a fala do Carlos Reis e a do escritor/engenheiro/apicultor do Timor Leste. Longe, muito longe… ele mora. Não entendi muito o que ele falou, mas somos 260 milhôes a falar a mesma língua.

Depois de credenciais, abertura, falas e hino nacional o evento começou ás 16h. E não era ás 15h!. Marcio mediando e na mesa Ana Cascudo e Diógenes. Sim, pois sei que era um encontro para discutir a união dos povos lusos. Nós já somos a 29ª cidade de uma tal de UCCLA. Mas não é bem um encontro de escritores. Para a prefeita o ELE serve também para alavancar o turismo e fazer jus a Cascudo. A TAP não foi embora, e não diminui os vôos.

Aí começa a falar às 16h o professor Carlos Reis, especialista em Eça. Não é um escritor. O auditório do TAM estava cheio. Nunca vi tantos escritores. Ou seriam agentes de viagem? E o Reis começou a definir Lusofonia. Em todos os dicionários. Mas que diabo é esse encontro de tão longe para discutir um conceito vago como só as vagas produzidas por uma bela lua de noite cheia e brisa mole. Fui! Numa nau louca.

“La vai o portugûes. La anda… “

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Comentários

There is 1 comment for this article
  1. Benvenuto 29 de abril de 2010 7:47

    Prova do que o prof. João da Mata diz sobre o evento é a quantidade de erros gramaticais do seu post: como somos diversos, até nas inúmeras gramáticas…. Esquisito um poeta e polígrafo escrever tão errado. Ah, ele é um doutor!

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