Índice do Livro Viva Luiz Damasceno!

SUMÁRIO

Sentir mentalmente: Luís Damasceno (Nota introdutória) – Marcos Silva ………………   4

Luís Damasceno e eu – Acácio Medeiros Nogueira ……………………………………………..    6

Luís Damasceno: um Goriot dos livros – Alex Galeno ………………………………………..   12

A Livraria Universitária e Luís, o vendedor de livros – Antonio Capistrano ………….    14

Lutas sem História – Arlindo Freire ………………………………………………………………….   17

Luís Damasceno: guardião do livro e da leitura – Belchior de Vasconcelos Leite ….   21

Monólogos impertinentes – Bené Chaves …………………………………………………………..   23

O livreiro Luís Damasceno – Carlos Newton Júnior ……………………………………………   26

Livros à mancheia – De Fortunato Aranha a Luís Damasceno –

Claudio Augusto Pinto Galvão …………………………………………………………………….   29

Luís Damasceno: afeto e admiração – Cléa Bezerra de Mello Centeno …………………   34

Para Luís – Denise Mattos Monteiro …………………………………………………………………   37

Depoimento sobre Luís Damasceno – Diógenes da Cunha Lima ………………………….   38

Sobre Luís, livros e amigos – Douglas Dogol Sucar e Juçara Machado Sucar …………   39

Luís Damasceno, sob o estigma do livro – Edilson Freire Maciel ………………………….   43

A dialética em ação – Eduardo Gosson ……………………………………………………………..   46

Uma amizade de 50 anos – Erivan Romão de Lima …………………………………………….   47

De pessoas especiais: Luís e Ivonilde – Flávia de Sá Pedreira ……………………………..   50

Meu depoimento – Francisco Ivan ……………………………………………………………………    51

Tantos anos – Francisco Sobreira …………………………………………………………………….    52

Lula dos livros – François Silvestre de Alencar …………………………………………………..   54

O livro eleva a potência do abismo – Gustavo de Castro …………………………………….   55

Luís, Luís – Hermano Paiva ……………………………………………………………………………..   56

A alma das cidades – Horácio Oliveira ………………………………………………………………   62

Luís Damasceno – Ivan Maciel de Andrade ………………………………………………………..  63

O mundo de Luís – Ivonilde Duarte …………………………………………………………………..   65

A livraria do Luís – João da Mata Costa …………………………………………………………….   71

Livreiro por vocação – José Willington Germano ……………………………………………….   73

Luís Damasceno: animador cultural, militante político – Justina Iva de Araújo Silva   77

Dom Quixote dos livros: o livreiro indispensável – Liacir dos Santos Lucena ………..   79

Memórias e saudades, prazeres e amizades – Lúcio Flávio de Souza Moreira ………   82

Luís Damasceno, o colecionador de orquídeas – Luís Pereira de Brito ………………….   85

Um amigo dos livros – Manoel Onofre Jr. …………………………………………………………   87

Luís Damasceno, um freguês pontual – Marcos Medeiros ……………………………………   89

De AI em AI: dores do quinto (1968) – Marcos Silva …………………………………………..   90

Singularidade e desejo na era hiperindustrial – Maria Luísa Quaresma Tonelli …….   96

Meu amigo Luís Damasceno  – Maria Marta de Castro Guerra ……………………………..   97

Natal, anos 60, Lula – Moacy Cirne ………………………………………………………………..   102

Quando Mário beijou a boca do Rio Potengi – Nássaro Nasser ………………………….   105

Da Amizade e sobre Luís Damasceno – Nelson Marques …………………………………..   110

Luís Damasceno, o valete das letras – Nelson Patriota ………………………………………   113

Amigos para sempre – Neusah Cerveira …………………………………………………………..  117

Um tributo de amizade – Paulo de Tarso Correia de Melo …………………………………..  119

Luís Damasceno, o bom camarada – Pedro Vicente Sobrinho ……………………………..  120

Luís entre os livros – Raimundo Arrais …………………………………………………………….  124

O livro e o livreiro – Raimundo Nonato Nunes ………………………………………………….  126

Luís Damasceno: um só, em tantos – Ricardo Ferreira Pinheiro …………………………..  128

Luís Damasceno: nosso Fradim provinciano – Rogério Cruz ……………………………..  130

Que viva Luís Damasceno! – Ronald de Góes ………………………………………………….

Um amigo –  Sônia Maria da Silva ………………………………………………………………….   133

Luís damascenamente humano – Tarcísio Gurgel ………………………………………………  134

Beba livros! – Teresa Maciel …………………………………………………………………………..  136

Luís Damasceno: o formador de leitores – Vânia Gico ……………………………………….  138

A Viagem – Juntando fragmentos – Wani Pereira ………………………………………………  143

Edição transcrita do Programa “Memória viva” da TV Universitária (UFRN)

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 14 comentários para esta postagem
  1. Marcos Silva 20 de abril de 2013 7:26

    Angela:

    Em novembro de 2012, quando o livro já estava em provas, divulguei post neste SP, indicando os colaboradores. Localizei os seguintes comentários:

    (TEXTO DE JARBAS MARTINS)
    22 de novembro de 2012
    Espero com certo estoicismo, uma incerta resignação, este livro-homenagem de Marcos Silva a Luiz Damasceno, amigo de muitos anos e jornadas. Recusei-me a publicar um texto neste livro sobre Luiz, porque,se o fizesse, só poderia escrever uma elegia, algo crepuscular, tão dolorido – e isto, no momento, não me faria muito bem.Conforta-me o fato de ter escrito um poema (UM VIETCONGUE VAI AO CINEMA, cheio de lembranças comuns) e dedicado a Luiz. Publiquei-o numa antologia organizada por Marcos Silva, a quem fui apresentado por Luiz. Grande Luiz, grande Marcos.

    xxxxx

    TEXTO DE MARCOS SILVA
    23 de novembro de 2012

    Gustavo:

    “Vamos morrer brigando, jovens e afoitos! Fit-ó-fó pra Polícia! Viva o povo da Bahia!”
    (Jorge Amado, “Tenda dos milagres”)

    xxxxx

    TEXTO DE MARCOS SILVA

    Jarbas:

    O livro não é meu, é de um coletivo de amigos de Luiz, em homenagem a ele, apenas coordenei a empreitada. Elegia é gênero poético digno. Péricles Cavalcanti musicou partes de um poema de John Donne (tradução de Augusto de Campos) com esse título, canção gravada por Caetano Veloso: “Deixa que minha mão errante adentre / atrás, na frente, em cima, em baixo, entre / Minha América, minha terra à vista / Reino de paz se um homem só a conquista / Minha mina preciosa, meu império / Feliz de quem penetre o teu mistério / Liberto-me ficando teu escravo / Onde cai minha mão, meu selo gravo / Nudez total: todo prazer provém do corpo / Como a alma sem corpo sem vestes / Como encadernação vistosa / Feita para iletrados, a mulher se enfeita / Mas ela é um livro místico e somente / A alguns a que tal graça se consente / É dado lê-la / Eu sou um que sabe / Um, um.”

    xxxxx

    TEXTO DE ANGELA MAGNA
    23 de novembro de 2012

    Deveria ter, numa pagina qualquer, um lembrete de que alguns não participaram mas foram convidados. Inclusive com os nomes convocados, o que resolveria vaidades e omissões.

  2. Marcos Silva 19 de abril de 2013 17:17

    Angela:

    Ainda Dolores Duran, que não quis colaborar no livro e tem a vida inteira pra se arrepender, diz noutra música (brilhante parceria com Tom Jobim): “Me dê a mão, vamos sair / pra ver o sol”. O sol, para mim, é Luiz e o livro em sua homenagem.

  3. Marcos Silva 19 de abril de 2013 17:14

    Angela:

    Não lembro com exatidao dos argumentos usados na época. Talvez o próprio Jarbas possa relembrar.

  4. Gustavo de Castro 19 de abril de 2013 16:57

    Obrigado, Marcos.

  5. Marcos Silva 19 de abril de 2013 16:40

    Gustavo: Fui informado que o ISBN é 9 788542 500004

  6. Angela Magna 17 de abril de 2013 14:36

    Na época do convite, se não falha a memória, o Poeta Jarbas Martins fez um comentário, aqui, explicando as razões de ficar de fora do projeto do livro. Seria bom ver sua explicação da época. É um registro histórico…

  7. Jarbas Martins 17 de abril de 2013 10:59

    Não me passou, naquele momento, essa idéia, Marcos.Que devemos , eu e Afonso Martins, fazer.?

  8. Marcos Silva 17 de abril de 2013 9:21

    Jarbas:

    Pena que vc, quando convidado, não propôs a inclusão do poema no livro em homenagem a Luiz. Será bom ver o poema exposto no ato.

  9. Jarbas Martins 17 de abril de 2013 8:29

    É uma pena eu não aparecer neste livro, organizado por Marcos Silva, a quem muito admiro como professor e artista. A minha ausência se deve, principalmente, a um motivo: a melhor maneira de expressar minha homenagem a Luiz seria publicar um poema, que fiz em parceria com Afonso Martins.Luiz gostou muito do poema UM VIETCONGUE VAI AO CINEMA. que Marcos Silva publicou em sua antologia CLARÕES DA TELA (infelizmente, por um descuido, sem aparecer o nome do meu parceiro Afonso).Agora, juntando-me à grande homenagem, prestada por Marcos a nosso amigo Luiz, decidimos, eu e Afonso, com o apoio da Cooperativa, expor o poema, durante o evento, em um quadro que será afixado numa sala e, depois entregue ao próprio Luiz, como prova de nosso afeto e admiração por ele.

  10. Gustavo de Castro 17 de abril de 2013 6:31

    Ah, Marcos, desse castigo não padecerei !!! Por favor, se não for pedir muito, se puder verificar o ISBN, o datacapes agradece, rs.

  11. Marcos Silva 16 de abril de 2013 23:34

    Faltou responder ao comentário de Gustavo sobre a formosura do livro. Pois é. Dolores Duran, que não quis participar, canta até hoje os versos: “Eu tive orgulho e tenho por castigo / a vida inteira pra me arrepender”.

  12. Marcos Silva 16 de abril de 2013 17:54

    Não tenho o ISBN (não recebi exemplar físico). Posso perguntar. É edição da EDUFRN, com apoio da Cooperativa Cultural da UFRN.

  13. Gustavo de Castro 16 de abril de 2013 15:20

    Marcos, qual o ISBN do livro, por favor. E a editora?

  14. Gustavo de Castro 16 de abril de 2013 15:16

    eita que o livro ficou formoso.

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