Indigente

Não lhe sabiam do rosto
E das marcas da vida
Em sua pele.
Não conheciam seus sonhos,
Nem nunca lhe indagaram
O que queria ou desejava.
Não houve quem quisesse saber
De seus tropeços e estrada.
Seu coração sempre foi
Uma incógnita a todos.
Ignoraram-lhe por completo
A existência.
Agora, mesmo sabendo o nome,
O tem como indigente.

Brasileiro, nordestino, alagoano, advogado, cidadão comum, simples habitante deste planeta decadente... Rs... [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Danclads Andrade 19 de novembro de 2015 16:06

    Saddock, muito grato e lisonjeado pelo comentário.

    Valeu.

  2. Danclads Andrade 19 de novembro de 2015 16:04

    François, mestre, seu comentário é uma honra.

    Obrigado.

  3. José Saddock 19 de novembro de 2015 11:36

    A poesia foi além das palavras – Parabéns.

  4. françois silvestre 19 de novembro de 2015 9:47

    O nível poético do SP faz a diferença! Parabéns.

  5. Danclads Lins de Andrade 18 de novembro de 2015 16:30

    Valeu, Anchieta!

  6. Anchieta Rolim 17 de novembro de 2015 21:54

    Belo!

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