Indústria cultural, cinema e emancipação

“Uma das coisas mais fascinantes na sociedade contemporânea é a presença, nela, das suas “insuperáveis” contradições. Com o tempo livre totalmente administrado, durante o qual não seria possível nada além do que o consumo desenfreado dos produtos da chamada indústria cultural – desde as novelas para televisão, aos filmes, à música, às revistas, aos jornais etc. –, seria possível encontrar uma brecha para o pensamento livre e emancipador?” Deborah Christina Antunes

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