LEMBRETE

quanto à maquiagem definitiva
sem prazo de validade
é morte que não se sabe

beleza sem contraponto
que não fede nem seu avesso
e aspira do ar o pó

atrai só enquanto engana
conta-gotas contra o tempo
ser lixo auto-engendrado

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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