Levantando o tapete da sala de visitas

Por Luiz Ruffato

Basta circular por São Paulo ou pelo Rio para perceber que os negros estão ausentes.

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Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Tácito Costa 20 de janeiro de 2014 14:28

    O mais incrível é encontrar negros contra as cotas à universidade. Negros com formação universitária, ressalte-se.

  2. Marcos Silva 20 de janeiro de 2014 10:52

    Ruffato aponta problema sério mas em tom um pouco equivocado. Eu não me considero branco. Também não sou negro, faço parte daquela mistura nacional – nao direi mistura bonita para não ser vaidoso mas existem muitos sujeitos da mistura belíssimos, de Sonia Braga a Paulo Zulu. Podemos identificar claros indícios de uma classe média negra (ou, mais amplamente, não-branca) no Brasil – revista Raça, personagens de novelas, modelos de sucesso em propaganda… Penso que boa parte da elite econômica e política se branqueia por ser elite.
    Acho muito importante batalharmos para uma ampliação social da universidade no Brasil. Que venham negros e aquelas dezenas de designações arroladas para identificar quem não é branco entre nós. Sem preconceitos contra os brancos – tem branco pobre por aí.
    Em 2012, escrevi sobre o romance Tenda dos milagres, de Jorge Amado. Gosto muito das mil cores de pele ali presentes. Até nas elites baianas preconceituosas…

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