Literatura no Irã

“Farto de escrever “histórias sombrias e amargas, povoadas por fantasmas e com finais previsíveis de morte e destruição”, o autor iraniano Shahriar Mandanipour, radicado nos Estados Unidos desde 2006, optou, em seu último romance – o primeiro lançado no Brasil – por contar uma boa história de amor, mesmo sabendo que a obra nunca seria lida dentro de seu país. No Irã, diz Shahriar, até mesmo a proximidade física ou a troca de olhares entre um homem e uma mulher que não sejam casados ou parentes são consideradas “um prólogo ao pecado mortal”. Em Teerã, censores do Ministério de Cultura e Orientação Islâmica reviram os livros a procura de palavras e frases imorais que possam “poluir a mente do leitor”.

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