Livro de papel: fênix?

Amigos:

No texto sobre novas formas de Literatura, Toby Litt declara que o livro de papel morrerá. Tenho dúvidas. Houve uma época em que arquivos históricos microfilmaram muita coisa e até se desfizeram de documentos em papel. Depois, percebeu-se que os microfilmes são frágeis, requerem condições especiais de temperatura para serem adequadamente preservados, podem durar menos que… papel!

Considero a net um instrumento essencial e irreversível par leitura e escrita. Não tenho vontade de reler “Dom Quixote” n tela, e sim em papel mesmo! Considero mais provável que livro de papel e outros suportes de textos convivam fraternalmente em diferentes contextos e para diferentes fins. Novos suportes virão e o papel continuará.

Abraços:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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