Livro de Trigo denuncia que arte virou marketing

“Recentemente, uma revista brasileira especializada em artes divulgou um inusitado projeto do dinamarquês Marco Evaristti: triturar o corpo de um texano condenado à morte para distribuir o farelo como ração a ser jogada, pelos visitantes de uma exposição sua, aos peixes de um aquário. Mais absurda que a ideia é o fato de Evaristti ser reconhecido internacionalmente como artista, e conquistar holofotes e muito dinheiro a reboque de empreitadas de tal natureza, como uma do ano 2000, em que ele expôs dezenas de liquidificadores, cada um com água e um peixinho dentro, que poderia ser espatifado caso qualquer espectador acionasse o aparelho”. (Arte: Marco Evaristti)

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