Livro distribuído pelo MEC defende errar concordância

Um livro didático para jovens e adultos distribuído pelo MEC a 4.236 escolas do país reacendeu a discussão sobre como registrar as diferenças entre o discurso oral e o escrito sem resvalar em preconceito, mas ensinando a norma culta da língua.

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Eugênio 15 de maio de 2011 15:23

    Não seria “Estão certo o MEC”, Alex?

  2. Luiz Penha 15 de maio de 2011 14:39

    Essa é uma polêmica antiga entre gramáticos e linguistas. Gramáticos defendem o ensino de forma prescritiva, a regra gramatical acima de tudo e linguistas defendem o ensino da língua levando em conta vários elementos, inclusive os aspectos gramaticais.
    Esse novo ponto de vista, a partir dos PCNs, quebra com o drama presenciado em sala de aula, durante muitos anos, em que o ensino de regras gramaticais se fazia dissociado do texto.

  3. Alex de Souza 14 de maio de 2011 22:53

    tá certo o MEC

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