Livro narra a reinvenção da música brasileira

Arte da capa do disco 'Phono 73' - Reprodução

‘1973 – O Ano que Reinventou a MPB’ mostra os rumos das carreiras artísticas com o fim dos movimentos e dos festivais.

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Comments

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  1. Marcos Silva
    Marcos Silva 26 de Janeiro de 2014 10:22

    Gostei do projeto desse livro, pretendo lê-lo. Tendo a pensar que existem alguns elos e heranças entre essas diferenças: fim de apartheids, sem culpa por ser ou não ser engajado politicamente, descoberta de múltiplas sofisticações – depois disso, Marisa Monte gravou repertório de Gretchen, não é? Como pensar em João Bosco, que não é tropicalista, sem a existência prévia do Tropicalismo? Elis, depois, gravou um disco juntando Gil, Milton e Bosco – diferentes mas capazes de diálogo através daquela voz tão especial. Bethânia, que foi plural desde o começo da carreira, gravaria aind mais tarde Luciano e Zezé de Camargo. Antes dela, João Gilberto não hesitou em explorar a extrema modernidade de Geraldo Pereira, que nem conhecia harmonia impressionista mas foi muito bem avaliado por Pixinguinha.
    Restam problemas: ninguém se animou, até agora, a retomar Geraldo Vandré (aquele grande encontro nordestino acenou para essa possibilidade, sem sequencia). Quem se habilita?

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