Livro que coloca em dúvida suicídio de Van Gogh revela alquimia entre arte e vida

Ele tinha “um sol na cabeça e uma tempestade no coração”: tais palavras, usadas para descrever o pintor francês Eugène Delacroix, foram memorizadas por Vincent van Gogh e poderiam facilmente ser aplicadas ao próprio holandês.

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Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Marcos Silva 19 de novembro de 2011 17:11

    Van Gogh é bom demais. Penso que os excessos biográficos findam prejudicando o olhar sobre o que ele suscita, o trabalho primoroso com cores, a capacidade de atribuir grandeza a tudo (sapatos usados, paisagens, flores, gente pobre).
    Cézane, pintor excepcional, dizia que Vang Gogh pintava como um louco. Isso apenas demonstra que os loucos são mais que loucos.

  2. Anchieta Rolim 19 de novembro de 2011 14:24

    É bom saber das novidades que vez por outra aparecem a respeito desse gênio das artes. Que continuem pesquisando…

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