Livros discutem o cinema brasileiro como negócio

A boa fase que o cinema brasileiro atravessa, com índices inéditos de ocupação das salas num mercado tradicionalmente dominado pelo produto estrangeiro, não se deve apenas à qualidade ou ao apelo comercial de filmes como Tropa de Elite 2, de José Padilha, ou Nosso Lar (foto), de Wagner de Assis, que juntos já fizeram mais de 12 milhões de espectadores.

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Comments

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  1. Luis 16 de Novembro de 2010 17:40

    Não acho esse um caminho muito interessante. Importante, sim, aumentar a divulgação dos bons filmes nacionais (como um pouquíssimo falado que assisti outro dia, “O Príncipe”, muito bom). Importante incentivar a produção de filmes nacionais. Aumentar o espaço do cinema brasileiro não só no mundo, mas também no próprio Brasil. Muita gente ainda usa aquele discurso de “Não gosto de filme nacional”.

    Agora, discutindo o cinema como negócio, corremos o risco de fazer mais dinheiro e menos arte. Posso até estar enganado, mas para mim cinema não é businesses.

  2. Luis 16 de Novembro de 2010 17:44

    P/S: E muito menos busine$$ – ou seja, show business. E ainda, complementando o comentário, acharia muito bom, sim, se houvesse uma estrutura melhor para o cinema nacional, mas acharia terrível se caíssemos na banalidade de fazer filme somente por dinheiro. Essa coisa de discutir cinema como negócio, é algo que tem que ser bem ponderado, eu acho.

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